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Estrutura produtiva e nível de escolaridade na Bahia

Felipe Couto
NUPEC/UFS

10/04/2017 – Segunda-feira
18:00 às 19:00
Sala: Auditório do CCSA II

RESUMO

O objetivo deste artigo é apresentar a importância do capital humano para o desenvolvimento regional da Bahia por meio do emprego setorial. Para tanto, utilizou-se a matriz de insumo-produto estimada por Perobelli et al. (2015), ano base 2009, e dados da RAIS para distribuir o multiplicador de emprego por nível de escolaridade, característica definida aqui como proxy de capital humano. Além disso, foi utilizado o campo de influência para identificação dos setores com maior encadeamento na estrutura produtiva baiana e foi simulado um choque de exportações para avaliar quais setores gerariam, por nível de escolaridade, mais empregos formais nesta economia. Os principais resultados apontam que os setores com maior multiplicador de emprego, maior encadeamento e aqueles mais impactados pelo choque de exportações não seriam os mesmos que gerariam empregos com maior nível de escolaridade, o que ocasionaria um trade-off na adoção de políticas.

Artigo completo

parcerias

CEDEPLAR/UFMG

Federação das Indústria do Estado de Sergipe – FIES

Observatório de Sergipe

PPGE/UFBA

University of Illinois at Urbana-Champaign

Universidade de Oviedo
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