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Contribuições para o planejamento econômico brasileiro: uma abordagem multissetorial

As primeiras experiências de planejamento ocorreram ao final dos anos 20 no pós-guerra, período que coincide com o surgimento do estado de bem-estar social. Nesse contexto, o Estado passa a intervir fortemente no sistema por meio da formulação e condução de políticas macroeconômicas com intuito de conduzir a economia a estágios superiores de crescimento e desenvolvimento. O objetivo deste artigo é oferecer direcionamentos de políticas de planejamento para o Brasil, a partir da utilização do instrumental de insumo-produto. Para tanto, utiliza-se a Matriz de Insumo Produto do Brasil estimada por Guilhoto e Sesso Filho (2005; 2010) para o ano de 2013. De forma geral, objetiva-se encontrar evidências empíricas que permitam orientar, por exemplo, decisões de alocação de investimentos setoriais. Os principais resultados apontaram 15 setores com fortes relações de encadeamento na economia brasileira, os quais devem ser considerados estratégicos do ponto de vista de políticas setoriais que induzam o crescimento econômico.

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